Mulheres que fazem parte do cenário musical underground de Curitiba acabaram se unindo por um objetivo em comum: a luta contra o machismo. O Coletivo Respeita as Mina surgiu por uma necessidade. As mulheres do punk e psychobilly estavam sumindo da cena por medo de encontrarem agressores, ex-namorados e machistas. Além dessa luta, elas organizam festas para arrecadar doações, como foi a campanha de recolhimento de absorventes para mulheres em situação de cárcere no estado do Paraná.

Compondo a luta

Mulheres que fazem parte do cenário musical underground de Curitiba acabaram se unindo por um objetivo em comum: a luta contra o machismo. O Coletivo Respeita as Mina surgiu por uma necessidade. As mulheres do punk e psychobilly estavam sumindo da cena por medo de encontrarem agressores, ex-namorados e machistas. Além dessa luta, elas organizam festas para arrecadar doações, como foi a campanha de recolhimento de absorventes para mulheres em situação de cárcere no estado do Paraná.

NÃO!

Isso não é mais aceito. Chega, já deu!

Gabriela Pinheiro, Designer.

Juntas somos mais fortes!

Eu não queria que ninguém passasse por isso. Coisas que eu passei, que amigas minhas passaram, coisas pesadas

Alessandra Vehmuth, Cozinheira.

Nós não vamos deixar o rolê por causa do machismo

Além de pensar igual, as meninas passaram por muitas situações de abuso físico e psicológico.

Carolina Cardoso, Professora.

Parte de algo maior que eu.

Eu comecei a estudar mais.

Ana Cláudia Marques, Designer.

Pelas universidades

Ana Clara Colemonts

Clara. Estudante de Jornalismo, feminista de esquerda. Faz parte do Coletivo Alzira da Universidade Positivo, buscando tornar a faculdade um lugar melhor para as minorias.