Especialistas avaliam que tecnologia OTT não substituirá a TV

Painel  do seminário SET Sul 2019 expõe a ameaça contra a TV que a chegada do serviço OTT promove

O segundo painel do seminário SET Sul, “Modelos de negócio para OTTs”, teve os palestrantes Bruno Magalhães, diretor de desenvolvimento na empresa Ateme, Guilherme Castelo Branco, diretor da Phase Engenharia, e Fabio de Sales Guerra Tsuzuki, CEO da Media Portal Soluções, sendo moderados por Marcelo Guerra, gerente de tecnologia em mídias digitais na TV Globo.

O painel iniciou pela definição de OTT, jargão que vem do inglês “Over the top”. São transmissões de vídeo feitas por meio da internet, sem a necessidade de uma assinatura de televisão a cabo, como por exemplo, a Netflix.

Painel debate uso das OTTs (Foto: Guilherme Maurer/Rede Teia)

Antigamente era necessário ter uma TV por assinatura para ter determinados canais, como exemplo o Premiere, canal pago do grupo Globo que transmite esportes. Porém, com a chegada das OTTs, esse mundo mudou. Um contraponto desse tipo de serviço é a necessidade de uma internet rápida, para assistir aos programas sem correr o risco de “travar” no meio da programação. Para Bruno Magalhães, o grande limitador é a internet. “Ela não irá substituir a televisão tradicional, mas será sim um complemento dela, servindo como ponte direta ao cliente, sem necessariamente ter uma televisão por assinatura”, explica.

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