Corrida de rua reúne histórias de superação no esporte

Durante a The Hardest Run, maior corrida de rua da história de Curitiba, equipe de reportagem correu atrás de personagens que mantém vínculos com o atletismo para além do esporte

 

Aula de superação
O professor universitário Fábio Muniz, de 42 anos, deu aula de superação fora da sala. Ao se deparar com problemas de saúde oriundo do excesso de peso, ele resolveu mudar de vida. Confira na reportagem do estudante Lucas Basilio (3° período).

Além da história de Muniz, nossa equipe conversou com alguns personagens da The Hardest Run. Confira.

Pela causa
A apresentadora do Estúdio C (RPCTV), Daiane Fardin, já havia anunciado que correria pela primeira vez, na companhia do jornalista Rogério Tavares, a distância de cinco quilômetros. Diz que prefere praticar atividades físicas à noite, mas que precisou mudar o hábito por causa da corrida. O médico do Hospital Erasto Gaertner José Claudio Casali da Rocha, de 54 anos, também participou da modalidade de cinco quilômetros. “Acho a causa bacana e sempre participo. Participei de um outro congresso também de câncer que teve uma corrida semelhante, em Atlanta, e estou vindo agora pra cá porque acho que tem que apoiar esta causa”.

Quando o exercício faz parte da rotina
O eletricista Renato Paulo Gonçalves, de 56 anos, disse que há 15 anos faz caminhada pela manhã todos os dias. Atualmente, auxilia um sobrinho nos treinamentos. Além de participar da corrida para apoiar a causa, propôs-se a um desafio: correr 10 quilômetros. Acostumado a praticar corridas, o militar Geraldo Oliveira de Melo, de 49 anos, disse que a rotina de treinos faz com as pessoas possam fazer o percurso sem grandes problemas.

Não tem idade
O estudante Yuri do Vale, de 12 anos, já correu algumas vezes acompanhado dos pais. Foi a primeira vez que se inscreveu para uma prova de rua, na modalidade de 5 quilômetros. Aos 72 anos, a dona de casa Júlia Kruszielski também se desafiou e participou da caminhada de 3 quilômetros. Já Sandra Maria Zotto, de 55 anos, afirma que sempre quis correr, mas como usa muletas, sempre teve receio. Participou da caminhada de três quilômetros com uma cadeira motorizada: “Gostei de ter a sensação de estar no meio do povo mesmo sem ter condições de correr”.

Nathália Gonçalves e Victor Silva são estudantes do 1° período do curso de Jornalismo da Universidade Positivo.

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